Nesta parte da aldeia encontramos as Barroquinhas. Noutras eras, era uma zona constituída por construções simples, quase improvisadas, com três ou quatro moradores, mas que deu lugar a casas mais vistosas, testemunhando a melhoria das condições de vida e o crescimento da comunidade.
No tempo em que ainda não havia escola na aldeia, começava-se a trabalhar desde tenra idade, ajudando no rendimento da família, quer fosse a transformar carvão para vender em Castro Daire, a cavar as serras, a cuidar das cabeças de gado – que se aproximavam da centena – ou a trabalhar as terras, de onde vinha a base da alimentação. Tudo girava em torno do campo, quer fosse em termos económicos, como sociais e culturais.