Laura Pinto, de Castro Daire, levou consigo um cesto de trapilho feito por si, que remete para uma fase em que se encontrava sem trabalho e passava mais tempo sozinha em casa. Foi nesse período que decidiu aprender a fazer cestos, recorrendo à internet. Os primeiros não correram como esperava, mas foi insistindo, comprando os materiais e experimentando diferentes cores.

Este trabalho manual tornou-se uma forma de ocupar o tempo e de aprender algo novo. Laura conta que, se estiver bem-disposta, consegue fazer dois cestos por dia. Com a filha a trabalhar, encontrou nesta atividade uma companhia e um motivo para continuar a criar. Apesar de estar a estudar, aproveita os fins de semana para praticar e aprofundar esta aprendizagem.