Habituado a uma vida de trabalho duro, para António Gomes “parar é morrer”. Nascido em 1928, foi “criado de servir e trabalhava de noite e de dia”.

Para deixar para trás uma vida “de escravidão”, esteve emigrado em França, o que lhe permitiu ter uma existência mais folgada e que o filho seguisse os estudos. Por outro lado, foi granjeando propriedades, onde atualmente passa parte dos seus dias

“Enquanto for vivo, vou-me entretendo”, brinca, notando que o filho, professor primário, já não vai seguir-lhe as pisadas.

Gravado com Edirol R-44 e um microfone parabólico Tellinga PRO 7.