Maria Celeste Outeirinho fala sobre uma coleção de canecas promocionais que reuniu durante o tempo em que trabalhou com o marido na Suíça, no início do ano de 1980.
As canecas chegaram através de promoções de bebidas no hotel onde trabalhavam, eles juntavam selos e enviavam à fábrica para receber as ofertas. O gesto de colecionar tinha mais valor simbólico do que prático, representava a memória de uma fase de vida difícil, em que não tinham carro nem grandes recursos.
Para Maria Celeste, as canecas têm aproximadamente 40 anos de história, não só pelo tempo que passaram consigo, mas também como lembrança do trabalho e do esforço de construir uma vida fora do país.