Um eremita deixa a sua gruta depois da chuva intensa.
Salta os regos, agarra-se às rochas cobertas de musgo.
O som dos seus passos é abafado pela infinita sinfonia das gotas.

Noutro monte, sem eremita, as gotas caem em uníssono.
As suas grutas existem sob o manto do perigo do dragão,
Os passos são aqui ocasionais. Ah, o medo da permanência.