Em maio de 2015, Alma Sauret-Small, Luís Costa e João Farelo encontraram-se na aldeia de Várzea de Calde (Viseu, Portugal) e foram apresentados a uma pequena sala que apenas continha um tear abandonado, o qual, durante muitas décadas, foi utilizado para tecer tecidos de linho e lã.

Ficou claro para os três artistas que a solidão daquele tear merecia uma homenagem sonora. E assim foi feita, uma que é publicada 10 anos após ter sido gravada.

Ideia original: Luís Costa
Saxofone soprano: Alma Sauret-Small
Objetos sonoros: Luís Costa e João Farelo
Masterização: Luís Costa