Clara Costa fala sobre uma fotografia, de 11 de junho de 2007, da sua gata falecida, Princesa, que mantém no quarto como forma de a ter sempre presente. A gata desapareceu sem explicação, o que ainda lhe causa tristeza. Princesa tinha sido resgatada da rua pela família e fazia parte da sua rotina diária: de manhã, antes da escola, e ao regressar a casa, passavam tempo juntas a brincar e a descansar, sobretudo durante as férias de verão, quando partilhavam longas tardes numa cama de rede.

Clara sente que a Princesa surgiu numa fase difícil da sua vida e que foi um apoio emocional importante. Apesar de não saber ao certo a idade da gata quando chegou a casa, esta deixou descendentes, e Clara reconhece na gata Pipoca um olhar muito semelhante ao da Princesa. A fotografia escolhida representa um dia feliz passado com a irmã e a gata, reunindo memórias de alegria e de uma ligação muito especial que se mantém viva.