Cristina Martins conta a história de um saca-rolhas, que para si não é apenas um utensílio, mas um objeto de valor simbólico e afetivo.

O saca-rolhas salvou-lhe um fim de semana de mariscada quando, à noite, não havia nenhum disponível e ela precisava de abrir uma garrafa de vinho branco. Uma colega de Viseu emprestou-lhe o utensílio, que depois Cristina decidiu guardar na mala do carro para emergências futuras.

O objeto representa prontidão, ajuda inesperada e generosidade, lembrando-lhe o episódio e a pessoa que a ajudou. Para Cristina, o saca-rolhas é uma memória de cuidado e solidariedade, estando sempre à mão para qualquer situação imprevista.